Potência da Periferia - Onde ela quiser

Local: Complexo da Juventude - Ocupação Chico Rei

Começa em: 17 de Julho de 2018, 09:00

Termina em: 18 de Julho de 2018, 12:00

Valor: Grátis

Descrição: Ministrante: Keila Tamires Silva de Assis |Sobre a oficina - O tropicalismo trouxe o grotesco, o fora do padrão o divergente para o cenário dos seus show’s. A partir de seus comportamentos, a década de 70 viu surgir músicos e músicas que eram múltiplos em suas experiências, que faziam de seus corpos textos que parodiavam usando do humor para denunciar o quanto o sistema formal era fechado e moralista, como diz Glaucia Pimentel em seu texto: "No caso dos Mutantes, as ousadias cênicas, principalmente no tocante à indumentária, perseguiam invariavelmente o deslocamento do adequado na busca do mesmo objetivo: libertar o ser humano de suas amarras condicionantes, com a denúncia da fonte do condicionamento – o poder.(PIMENTEL, Gláucia. Rita Lee tropicalista: o feminismo na contracultura, p.15)". O poder referido por Gláucia é este poder instaurado até hoje no nosso sistema, que ainda precisa ser questionado e levado a discussão. Uma das formas mais evidente de pressão deste poder é o machismo, que opera na nossa cultura tão facilmente que é difícil de identificá-lo, mas que existe e sua consequência está nos jornais todos os dias, o feminicídio, é sempre urgente abrir pauta para discussões, pois é a partir dela que mais mulheres aprenderão a identificar suas agressões diárias, lembremos que a violência sofrida pela mulher não é somente física é psicológica também. A partir de práticas teatrais iremos abordar a violência contra mulher, usaremos de jogos teatrais para construção de cenas fóruns, metodologia de Augusto Boal, fazendo uso de letras e músicas da Tropicália como principais dispositivos. | Carga Horária: 6h/a; Faixa Etária: 15 anos. Inscrições: https://www.sympla.com.br/oficinas__308272

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