Olhares (Im)Possíveis

Local: Escola Estadual do Cabanas

Começa em: 09 de Julho de 2018, 13:34

Termina em: 13 de Julho de 2018, 17:00

Valor: Grátis

Descrição: André Nascimento - André Nascimento é Jornalista, graduado pela universidade Federal de Ouro preto em 2017. Atua, desde a universidade com as possibilidades de articulação entre audiovisual e a cidade. Já atuou com o Programa Sentidos Urbanos - patrimônio e cidadania, o Circulatrilho e o Coletivo Mica. Atua desde o início das atividades da olhares (im)possíveis, tendo atuado inclusive na experiência piloto da oficina, que aconteceu na primeira edição do evento Campus Aberto, realizado pela Proex/ufop. Arthur Medrado - Graduado em Jornalismo e Mestre em Educação pela Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP. Participou da mobilidade internacional na Universidade Nacional de La Plata - UNLP, na Argentina, em 2012. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Comunicação, atuando principalmente nos seguintes temas: audiovisual, comunicação, psicanálise, metodologias qualitativas e colaborativas e educação patrimonial. Com a metodologia Olhares (im)Possíveis, desenvolvida e aplicada durante a pesquisa de mestrado ganhou o 3º Lugar no 6º Prêmio AMAERJ - Juíza Patrícia Acioli de Direitos Humanos (categoria práticas Humanísticas). É coordenador de equipe no Programa Sentidos Urbanos e já atuou com diversas oficinas em festivais, eventos e simpósios. Além disso trabalha com TV Educativa e produção de projetos culturais. É Membro do Grupo de pesquisa Caleidoscópio/ UFOP/CNPQ. Sobre a oficina - A olhares (im)possíveis é uma experiência de escuta do indizível a qual, por meio da linguagem audiovisual, potencializa vozes e discursos que muitas vezes passam despercebidos. A oficina é uma possibilidade de trabalhar com a dinamicidade que se apresenta na produção artística da região de atuação do festival de inverno de Ouro Preto e Mariana, nesse caso pensando principalmente o foco na segunda cidade. A proposta é de olhar e refletir, registrar e ler os movimentos sob outras perspectivas. Experimentar a cidade com a sensibilidade que a arte exige e que o vídeo e sua vivência podem trazer à tona. Trata-se, ainda, de uma motivação para o encontro, um trabalho com o sensível presente nas imagens, nas paisagens cotidianas e espaços da cidade. Baseado na cartilha Inventar com a diferença desenvolvemos uma perspectiva de trabalho que consiste em três momentos para a realização dessa vivência, sempre em perspectiva colaborativa. Material do Aluno: Celular com câmera; Carga Horária: 10h/a; Faixa Etária: 10 anos

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